Outras histórias não acabam em trevas
Que o mundo há de saber:
O oculto não é para ser descoberto
A clareza do conhecimento ainda inexiste
Os bons olhos da ignorância persistem
E quem quer fazer o bem não o faz.
Nos dias sem mares e ventos
Existia apenas pensamentos
De anjos caídos que se perderam
Tornaram-se homens sem lei
Que fugiram da face de um rei.
Se a escuridão ainda volta
A mente tomada por revolta
Vai dormir e não se sabe
Se ela fica morta ou pensa em destruir.
Um pedaço do céu ficou claro
E corpos celestes caíram ao chão
Foi no dia que souberam
Que a morte tem irmão
Mesmo sendo inimigo
Dos homens que ainda nascerão.
Fubu
segunda-feira, 23 de julho de 2007
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Mente e Alma
Eu não posso mostrar meu silêncio
Faz muito barulho na alma
Quando dói esconder os meus medos
Mais que estar confortado em meu leito.
Não adienta estar ao seu lado
Se meus olhos não dizem uma frase só
Meus lábios não contam a verdade
Porque todas as vezes mentiram por mim.
Minha mente corrompida
Não pode com minha alma intacta
Ainda que eu escarnecesse
Não cairia em plena escuridão
Posso não merecer esta alma
Que tenta libertar-se deste corpo
Enfurecida com meus erros
Irei me despir de ti
Que tanto quer sua liberdade
É com esta mente
Que me despeço da alma
Exorcizando bons pensamentos
Não crendo que um dia voltarão
Vá sem ter saudade
Desta mente que não aprende
A manter o próprio corpo são.
Fubu
Faz muito barulho na alma
Quando dói esconder os meus medos
Mais que estar confortado em meu leito.
Não adienta estar ao seu lado
Se meus olhos não dizem uma frase só
Meus lábios não contam a verdade
Porque todas as vezes mentiram por mim.
Minha mente corrompida
Não pode com minha alma intacta
Ainda que eu escarnecesse
Não cairia em plena escuridão
Posso não merecer esta alma
Que tenta libertar-se deste corpo
Enfurecida com meus erros
Irei me despir de ti
Que tanto quer sua liberdade
É com esta mente
Que me despeço da alma
Exorcizando bons pensamentos
Não crendo que um dia voltarão
Vá sem ter saudade
Desta mente que não aprende
A manter o próprio corpo são.
Fubu
terça-feira, 26 de junho de 2007
À Vida
(esperando alguém terminar para mim)
Não está tão escuro
É sonho imaturo
Esperar amanhecer
O céu não é para todos
Não é para poucos
Que conhecem o viver
Vestir o imaginário
Estar num cenário
Brincando com o coração
O triste é estar cansado
É estar errado
E não reconhecer
Que o tempo está atrasado
E o mundo enganado
Com um simples prazer
Dizer em tão poucos versos
Que viver é certo
Que não é tão bom morrer.
Fubu
Não está tão escuro
É sonho imaturo
Esperar amanhecer
O céu não é para todos
Não é para poucos
Que conhecem o viver
Vestir o imaginário
Estar num cenário
Brincando com o coração
O triste é estar cansado
É estar errado
E não reconhecer
Que o tempo está atrasado
E o mundo enganado
Com um simples prazer
Dizer em tão poucos versos
Que viver é certo
Que não é tão bom morrer.
Fubu
sábado, 23 de junho de 2007
Eu sei que a vida
É aberta ferida
Se não encontrar o seu par
É medo e anseio
Sentimento alheio
Que pede ou deixa de amar
Ouça baixinho
Preste atenção
Nada te impede de ter emoção
Deixe que o tempo
Comande o Sol
O seu poente
Nos trás o melhor
Reina a noite
Reina o luar
Eu disfarço o silêncio
Eu aceito o lamento
Eu conduzo o som pra nós dois.
Fubu
É aberta ferida
Se não encontrar o seu par
É medo e anseio
Sentimento alheio
Que pede ou deixa de amar
Ouça baixinho
Preste atenção
Nada te impede de ter emoção
Deixe que o tempo
Comande o Sol
O seu poente
Nos trás o melhor
Reina a noite
Reina o luar
Eu disfarço o silêncio
Eu aceito o lamento
Eu conduzo o som pra nós dois.
Fubu
Segundo a Ordem
A triste dor de ter perdido aquele grande amigo ou aquele amor
A mão de quem um dia anseia e estende alheia à voz do coração
Olhar pra dentro de um menino, e enxergar o seu destino
Em nada muda, segundo a ordem que desnuda toda essa canção.
O vento que me trouxe ao leito segue seu deleito e me faz chorar
Os versos de uma pequena rima que não sai de cima dança e fico a pensar
Voltar para a primeira estrofe, notar o quanto a gente sofre
Em nada muda, segundo a ordem que desnuda toda essa canção
Escutar uma voz doce
E pensar como se fosse o amanhã
Devagar, vendo o sonho fluir
Olhe o céu como está lindo
O luar inda subindo
Vou ficar, um pouco mais
Vendo a noite fugir.
Deixar pra trás aquele sonho, até terrível pode parecer
Os passos de uma criança enquanto dança mede o seu prazer
Se arrepender de ter trocado, o doce pelo salgado
Segundo a ordem que desnuda tudo agora muda nessa canção.
Fubu
A mão de quem um dia anseia e estende alheia à voz do coração
Olhar pra dentro de um menino, e enxergar o seu destino
Em nada muda, segundo a ordem que desnuda toda essa canção.
O vento que me trouxe ao leito segue seu deleito e me faz chorar
Os versos de uma pequena rima que não sai de cima dança e fico a pensar
Voltar para a primeira estrofe, notar o quanto a gente sofre
Em nada muda, segundo a ordem que desnuda toda essa canção
Escutar uma voz doce
E pensar como se fosse o amanhã
Devagar, vendo o sonho fluir
Olhe o céu como está lindo
O luar inda subindo
Vou ficar, um pouco mais
Vendo a noite fugir.
Deixar pra trás aquele sonho, até terrível pode parecer
Os passos de uma criança enquanto dança mede o seu prazer
Se arrepender de ter trocado, o doce pelo salgado
Segundo a ordem que desnuda tudo agora muda nessa canção.
Fubu
Anônima 2
Cansei de amar-te mudo
Quais são as palavras que queres ouvir?
Ainda não sei se é hora
Cedo, tarde, dia, noite
De revelar o conhecido
Pela minha alma até teus olhos
Que fecharão e se entregarão
A um desejo vão
Posso ainda sonhar com esta noite
Poucas palavras que enchem um livro
Levemente conduzidas ao teu coração
Eu não tenho medo de dizer
O que faz-me mudo é o não te ter
A paixão que não é nada sem ti
A lição que um dia eu aprendi
Volta comigo só esta vez
Para o luar que hoje encontrei
E ouvir o soar da minha voz a falar
Amo-te
Quais são as palavras que queres ouvir?
Ainda não sei se é hora
Cedo, tarde, dia, noite
De revelar o conhecido
Pela minha alma até teus olhos
Que fecharão e se entregarão
A um desejo vão
Posso ainda sonhar com esta noite
Poucas palavras que enchem um livro
Levemente conduzidas ao teu coração
Eu não tenho medo de dizer
O que faz-me mudo é o não te ter
A paixão que não é nada sem ti
A lição que um dia eu aprendi
Volta comigo só esta vez
Para o luar que hoje encontrei
E ouvir o soar da minha voz a falar
Amo-te
Dias (parte II)
Depois de passado
O desespero, o medo,
Que razão não tenho
Em sertir-me só?
Talvez seja meu ultimo passo
Rumo ao abismo
Que fará meu destino
Sentir-se melhor.
Já é hora de acordar
De um sonho antigo
De um feliz infinito
E poder lembrar
Das marcas deixadas
No fundo da sala
Que vão eternizar
Meu medo
De viver o desejo
Para todos que é amar...
Mas a noite chegando
E meu tempo passando
Só traz mais dúvidas
Sobre o fim começando.
E que agora meu dia
Esteja ao meu lado
Dando-me forças
Para viver o amanhã
Somente,
O amanhã.
Fubu
O desespero, o medo,
Que razão não tenho
Em sertir-me só?
Talvez seja meu ultimo passo
Rumo ao abismo
Que fará meu destino
Sentir-se melhor.
Já é hora de acordar
De um sonho antigo
De um feliz infinito
E poder lembrar
Das marcas deixadas
No fundo da sala
Que vão eternizar
Meu medo
De viver o desejo
Para todos que é amar...
Mas a noite chegando
E meu tempo passando
Só traz mais dúvidas
Sobre o fim começando.
E que agora meu dia
Esteja ao meu lado
Dando-me forças
Para viver o amanhã
Somente,
O amanhã.
Fubu
Crise do Pensamento
De olhos fechados
Eu queria sempre
Ser o mesmo
Mas o medo
De nunca mais abri-los
E esquecer de tudo o que passou
É maior
Na crise do pensamento
Palavras não existem
E sentidos inertes
Seguem seus caminhos
Queria eu
Poder desenhar
Só mais uma linha
Só mais um pensar
Embora já não haja mais um céu
Que me encoraje a pintar.
Esqueci-me como terminar
Uma poesia sem errar
Enrolando os fatos
Construindo boatos...
Assim eu vou cortando
Um verso
Após outro
Como se fosse brincadeira de rimar.
Fubu
Eu queria sempre
Ser o mesmo
Mas o medo
De nunca mais abri-los
E esquecer de tudo o que passou
É maior
Na crise do pensamento
Palavras não existem
E sentidos inertes
Seguem seus caminhos
Queria eu
Poder desenhar
Só mais uma linha
Só mais um pensar
Embora já não haja mais um céu
Que me encoraje a pintar.
Esqueci-me como terminar
Uma poesia sem errar
Enrolando os fatos
Construindo boatos...
Assim eu vou cortando
Um verso
Após outro
Como se fosse brincadeira de rimar.
Fubu
Lorena
Que os olhos, desta vez,
Encontem verdade
E vejam a sombra
Chamada saudade
De mais uma noite vazia
De mais uma viagem
Sem tua companhia
Que fez o vento
Chamar por solidão
Entre lágrimas que caíam
E do céu tocavam o chão,
Mais um sonho se perdia
No luar frio dos segredos
Transformados em medos,
Até que acorde o Sol
E este peça perdão
Por deixar a angústia
Invadir o coração
Nos dias de tristeza
Era fácil amaldiçoar a distância
Que mentia para o tempo
E fazia a esperança
Transformar-se em lamento
Chorando junto à alma;
Passando o momento
A lua reinava
E a angústia voltava.
Esperar por suas palavras em início de madrugada
Não faz sofrer
Mas ver o Sol trazer um novo dia
E à noite pedir perdão
Só porque existe amor
Não é problema do destino
Ele não quer ninguém sozinho.
São horas incertas
Passadas em muito tempo
Que dizem se o dia foi ruim
E quaando não há mais o que esperar
Você aparece e mostra um novo jeito
De viver com paciência
Pois quem acredita
Sempre continua acreditando
Em um momento eterno
Que a dor acabe
Num dia frio
Para que as lágrimas
Estas que escrevem dias tristes
Congelem
E as pessoas não levantem mais a voz
Porque nosso dia chegará
Porque ele existe
E está marcado em nossos corações
Até que um escreva a felicidade do outro.
Fubu
Encontem verdade
E vejam a sombra
Chamada saudade
De mais uma noite vazia
De mais uma viagem
Sem tua companhia
Que fez o vento
Chamar por solidão
Entre lágrimas que caíam
E do céu tocavam o chão,
Mais um sonho se perdia
No luar frio dos segredos
Transformados em medos,
Até que acorde o Sol
E este peça perdão
Por deixar a angústia
Invadir o coração
Nos dias de tristeza
Era fácil amaldiçoar a distância
Que mentia para o tempo
E fazia a esperança
Transformar-se em lamento
Chorando junto à alma;
Passando o momento
A lua reinava
E a angústia voltava.
Esperar por suas palavras em início de madrugada
Não faz sofrer
Mas ver o Sol trazer um novo dia
E à noite pedir perdão
Só porque existe amor
Não é problema do destino
Ele não quer ninguém sozinho.
São horas incertas
Passadas em muito tempo
Que dizem se o dia foi ruim
E quaando não há mais o que esperar
Você aparece e mostra um novo jeito
De viver com paciência
Pois quem acredita
Sempre continua acreditando
Em um momento eterno
Que a dor acabe
Num dia frio
Para que as lágrimas
Estas que escrevem dias tristes
Congelem
E as pessoas não levantem mais a voz
Porque nosso dia chegará
Porque ele existe
E está marcado em nossos corações
Até que um escreva a felicidade do outro.
Fubu
Sentidos na noite
No escuro os meus olhos descançam
E demonstram a verdade omitida
Através de gestos do meu sofrer
Onde o rancor é conduzido no falar
Da alma, em poucas palavras
É o caração que escreve dias tristes
De espírito pleno e cansado
Cansado de viver o lamento
Sofrendo, desatento
Que na noite me usou
Uso descartável, de algo que não vive
Sem sentido e razão, puro pavor.
Era sonho quando as estrelas caíram
E me deixaram sozinho no céu a brilhar
Junto a rainha da noite
Em seu brilho obscuro
Que a dor ofusca sentimento
Quando o amor é sempre um momento
Desprezível
Em segundos imortais
De segredos mortos no tempo
Eu tenho a minha paixão
Pelo silêncio que sempre diz não
Pela noite que inspira sonhos
E uiva solidão.
Fubu e Laila
E demonstram a verdade omitida
Através de gestos do meu sofrer
Onde o rancor é conduzido no falar
Da alma, em poucas palavras
É o caração que escreve dias tristes
De espírito pleno e cansado
Cansado de viver o lamento
Sofrendo, desatento
Que na noite me usou
Uso descartável, de algo que não vive
Sem sentido e razão, puro pavor.
Era sonho quando as estrelas caíram
E me deixaram sozinho no céu a brilhar
Junto a rainha da noite
Em seu brilho obscuro
Que a dor ofusca sentimento
Quando o amor é sempre um momento
Desprezível
Em segundos imortais
De segredos mortos no tempo
Eu tenho a minha paixão
Pelo silêncio que sempre diz não
Pela noite que inspira sonhos
E uiva solidão.
Fubu e Laila
O Dramaturgo (1ª Parte)
Alguém por aí viu meu nome? É que às vezes eu me esqueço de olhar para baixo, e me perco. Ah, desculpe, estou com pressa. O tempo é curto. Será que alguém aqui viu meu nome!?
Oi. Você de vermelho, pode me dizer de onde vêm estas lágrimas?... Como do céu??? Não está chovendo, eu é que estou quase em chamas! Bela vida lá fora...seus jardins, uma flor mais bonita que a outra. Mas mesmo assim, por que você não sorri? Silêncio! Estou tentando ouvir o vento. Não, não estou com medo. É que aqui está tão escuro e eu não gosto de ficar sozinho, mas também não quero sair daqui. Lá fora existem pessoas estranhas, que te olham como fossem me devorar. Eu não. Vem cá, chega um pouquinho mais perto, vou falar baixinho agora porque tem alguém chegando. Olha, eu ouvi dizer que não existe mundo, que isto aqui é tudo um sonho, será que é verdade? Não ria de mim! Eles me disseram que era verdade, e eu acreditei, qual o problema? Ah...eu vivo num mundo perfeito? Só se for perfeito em ambição; olha lá, tem alguém apontando para nós ao longe. Será que também estão rindo de mim? Eu não gosto que riam de mim!!! Saiam todos vocês daqui!!! Quero ficar sozinho, mas não se esqueçam de mim.
Fubu
Oi. Você de vermelho, pode me dizer de onde vêm estas lágrimas?... Como do céu??? Não está chovendo, eu é que estou quase em chamas! Bela vida lá fora...seus jardins, uma flor mais bonita que a outra. Mas mesmo assim, por que você não sorri? Silêncio! Estou tentando ouvir o vento. Não, não estou com medo. É que aqui está tão escuro e eu não gosto de ficar sozinho, mas também não quero sair daqui. Lá fora existem pessoas estranhas, que te olham como fossem me devorar. Eu não. Vem cá, chega um pouquinho mais perto, vou falar baixinho agora porque tem alguém chegando. Olha, eu ouvi dizer que não existe mundo, que isto aqui é tudo um sonho, será que é verdade? Não ria de mim! Eles me disseram que era verdade, e eu acreditei, qual o problema? Ah...eu vivo num mundo perfeito? Só se for perfeito em ambição; olha lá, tem alguém apontando para nós ao longe. Será que também estão rindo de mim? Eu não gosto que riam de mim!!! Saiam todos vocês daqui!!! Quero ficar sozinho, mas não se esqueçam de mim.
Fubu
Trocando de amigos
Hoje eu não sei o que é verdade. Hoje eu não sei se a saudade é algo bom ou ruim. Se sinto com palavras, ou sinto com gestos. Se me perco com o futuro, ou choro junto ao passado.
Às vezes eu penso que não faz sentido estar aqui, ao seu lado. Pois foram as mesmas tristezas que me fizeram gritar na noite passada. E isso me dá medo; medo do que eu posso fazer, do que eu posso sentir. Mas as palavras, às vezes, são traiçoeiras, são assim: cheias de metáforas. Elas, à margem dos sentimentos, significam qualquer coisa.
Porque ontem eu te pedi um beijo, mas esqueci de te contar. E meu desejo era que você pedisse também. Como é bom sonhar! São momentos que passam e depois ficam os retratos recortados dos melhores sonhos. Um dia, realiza-los ao seu lado, faria com que eles acabassem, e eu me enganasse que amei você. Mas quero acabar com essa dúvida que me aninha.
Meu melhor amigo, o silêncio, abandonou-me nesta noite, por isso converso com as palavras; elas são mais abertas, não escondem sentimentos. Tenho medo do que elas possam dizer para você. E elas sabem o que eu quero te contar todos os dias, mas não sei se é algo bom ou ruim. Se disser que estou sofrendo, estarei mentindo. É surpresa para mim, não quero acreditar no que se passa. Por isso o silêncio.
Mas antes que as palavras partam do meu lado, preciso te contar que fiz uma nova amiga: a esperança. Ela fala baixinho, às vezes não dá para escuta-la, piso nela sem querer, porém ela chora e eu volto a dar sua devida atenção.
Por fim, se isto for ruim, use seu amigo e me dê o seu perdão.
Fubu
Às vezes eu penso que não faz sentido estar aqui, ao seu lado. Pois foram as mesmas tristezas que me fizeram gritar na noite passada. E isso me dá medo; medo do que eu posso fazer, do que eu posso sentir. Mas as palavras, às vezes, são traiçoeiras, são assim: cheias de metáforas. Elas, à margem dos sentimentos, significam qualquer coisa.
Porque ontem eu te pedi um beijo, mas esqueci de te contar. E meu desejo era que você pedisse também. Como é bom sonhar! São momentos que passam e depois ficam os retratos recortados dos melhores sonhos. Um dia, realiza-los ao seu lado, faria com que eles acabassem, e eu me enganasse que amei você. Mas quero acabar com essa dúvida que me aninha.
Meu melhor amigo, o silêncio, abandonou-me nesta noite, por isso converso com as palavras; elas são mais abertas, não escondem sentimentos. Tenho medo do que elas possam dizer para você. E elas sabem o que eu quero te contar todos os dias, mas não sei se é algo bom ou ruim. Se disser que estou sofrendo, estarei mentindo. É surpresa para mim, não quero acreditar no que se passa. Por isso o silêncio.
Mas antes que as palavras partam do meu lado, preciso te contar que fiz uma nova amiga: a esperança. Ela fala baixinho, às vezes não dá para escuta-la, piso nela sem querer, porém ela chora e eu volto a dar sua devida atenção.
Por fim, se isto for ruim, use seu amigo e me dê o seu perdão.
Fubu
Horas em sentido
Quem não sabe sentir
Quer estar só,
Mesmo que acompanhado,
Quer ouvir,
Mesmo em silêncio,
Quer sentir.
Descobrir os lhos do medo
E poder ver com desejo,
Já não é fantasia
Porque não almejo
Acabar o dia
Sem pensar no beijo
Sem pensar na vida
E quando as horas da noite
Estiverem paradas
Acenda uma vela
Abra a janela
E deixe o vento passar
Porque o momento de um dia
Nunca tardia
Se o nada for verdade
Se a dor não for saudade
Mas o medo de sentir
Deixa-me só,
Mesmo em silêncio
Quero sentir.
Fubu
Quer estar só,
Mesmo que acompanhado,
Quer ouvir,
Mesmo em silêncio,
Quer sentir.
Descobrir os lhos do medo
E poder ver com desejo,
Já não é fantasia
Porque não almejo
Acabar o dia
Sem pensar no beijo
Sem pensar na vida
E quando as horas da noite
Estiverem paradas
Acenda uma vela
Abra a janela
E deixe o vento passar
Porque o momento de um dia
Nunca tardia
Se o nada for verdade
Se a dor não for saudade
Mas o medo de sentir
Deixa-me só,
Mesmo em silêncio
Quero sentir.
Fubu
Sentimentos Mortos
Estou parada
Imune, transtornada
Contida nesse grito mudo
De uma humanidade calada
A solidão corre em minhas veias
Como gotas silenciosas
De uma chuva de sofrimento
Onde o amor é um objeto
Nas feridas mãos da vida
Há escuridão!
Ah, essa escuridão
Que persegue meu olhar
Estou com frio!
O medo se torna um manto humano
Onde estou vestida
A esperança morreu
Em meu ultimo suspiro de alívio
Meu corpo treme
Minha mente se encontra
Em um lugar onde a vida
Já não possui importância
Minh¿alma!
Está retida
Presa
Meu espírito se contrai
Em um espaço único
Onde meu corpo
Já não o pertence
Com minha cabeça junto ao pó
De um chão sofrido no canto
De uma súplica eterna
Ergo meus olhos
Vi que a escuridão não mais existia
O medo e o pavor sumiram
Como o canto do mar
No lugar onde seus sonhos acontecem
De repente uma indiscutível dor
Em meu peito me fez ver
Que ¿eu¿ já não mais vivia
Percebi que meus gritos
Não mais adiantavam
Meu desespero
Não mais me desesperava
E em um momento único
Tudo se apagou
Minha vida que antes passara
Em meus lhos como um
Filme sumira
Não senti mais nada
Minha respiração
Se juntou(sic) ao suspiro
De meu farto espírito
Hoje vivo no mais pavoroso mundo
Onde só eu existo imortalmente
Vendo minha alma flutuar
Em nuvens de saudades
Daquela vida de sentimentos
Mortos.
Laila
Imune, transtornada
Contida nesse grito mudo
De uma humanidade calada
A solidão corre em minhas veias
Como gotas silenciosas
De uma chuva de sofrimento
Onde o amor é um objeto
Nas feridas mãos da vida
Há escuridão!
Ah, essa escuridão
Que persegue meu olhar
Estou com frio!
O medo se torna um manto humano
Onde estou vestida
A esperança morreu
Em meu ultimo suspiro de alívio
Meu corpo treme
Minha mente se encontra
Em um lugar onde a vida
Já não possui importância
Minh¿alma!
Está retida
Presa
Meu espírito se contrai
Em um espaço único
Onde meu corpo
Já não o pertence
Com minha cabeça junto ao pó
De um chão sofrido no canto
De uma súplica eterna
Ergo meus olhos
Vi que a escuridão não mais existia
O medo e o pavor sumiram
Como o canto do mar
No lugar onde seus sonhos acontecem
De repente uma indiscutível dor
Em meu peito me fez ver
Que ¿eu¿ já não mais vivia
Percebi que meus gritos
Não mais adiantavam
Meu desespero
Não mais me desesperava
E em um momento único
Tudo se apagou
Minha vida que antes passara
Em meus lhos como um
Filme sumira
Não senti mais nada
Minha respiração
Se juntou(sic) ao suspiro
De meu farto espírito
Hoje vivo no mais pavoroso mundo
Onde só eu existo imortalmente
Vendo minha alma flutuar
Em nuvens de saudades
Daquela vida de sentimentos
Mortos.
Laila
Numa Noite
E eu com todos estes gestos
Só quero mostrar um pouco de carinho,
Se fossem perfeitos
Não estaria me desculpando,
Não estaria me culpando,
E caindo em pranto
Que a dor desafiou.
Seriam palavras claras
De uma noite escura
Que poderiam nos tornar felizes,
Mas demora um pouco
Ver o Sol apagar
E desmistificar a Lua.
Não é difícil perceber
Que meus olhos mostram medo
Por um amor encontrar.
Não é difícil recordar
O presente em meu sonhar.
O que mais importa
É que as músicas fizeram sentido
Com apenas uma palavra
Do passado apenas resto eu
Da noite esquecida apenas a dor
Quer seja amor, quer seja um futuro
Que lembrarei ao amanhecer.
E na hora em que a dor acabar
Quero estar só
Ouvindo as palavras de consolo
De um fim despedaçado.
Fubu
Só quero mostrar um pouco de carinho,
Se fossem perfeitos
Não estaria me desculpando,
Não estaria me culpando,
E caindo em pranto
Que a dor desafiou.
Seriam palavras claras
De uma noite escura
Que poderiam nos tornar felizes,
Mas demora um pouco
Ver o Sol apagar
E desmistificar a Lua.
Não é difícil perceber
Que meus olhos mostram medo
Por um amor encontrar.
Não é difícil recordar
O presente em meu sonhar.
O que mais importa
É que as músicas fizeram sentido
Com apenas uma palavra
Do passado apenas resto eu
Da noite esquecida apenas a dor
Quer seja amor, quer seja um futuro
Que lembrarei ao amanhecer.
E na hora em que a dor acabar
Quero estar só
Ouvindo as palavras de consolo
De um fim despedaçado.
Fubu
Dias (parte 1)
E ontem não foi um dia tão ruim
Só não houveram sorrisos
Como poucos dias de lágrimas
Dias de medo a escrever
Os verdadeiros sentimentos em papel
Como se fossem arrancados do coração.
Mas não há tanta tristeza
A saber com clareza
Um pouco da emoção
Que me cobre de angústia
E com medo de pensar
No pior que não existe
Mas minha mente insiste
Em sofrer por amor
Nos poucos dias que me restam.
Vivo como se fosse o fim
De cada jornada
De cada estrada
A ultrapassar um limite
Que ontem se fez
A cada momento
Um pouco de lamento
Confundido com dor
Em mais um sofrimento
Que até hoje não parou
Mas o agora não importa
Pois eu abri a porta
E o coração já fechou.
Fubu
Só não houveram sorrisos
Como poucos dias de lágrimas
Dias de medo a escrever
Os verdadeiros sentimentos em papel
Como se fossem arrancados do coração.
Mas não há tanta tristeza
A saber com clareza
Um pouco da emoção
Que me cobre de angústia
E com medo de pensar
No pior que não existe
Mas minha mente insiste
Em sofrer por amor
Nos poucos dias que me restam.
Vivo como se fosse o fim
De cada jornada
De cada estrada
A ultrapassar um limite
Que ontem se fez
A cada momento
Um pouco de lamento
Confundido com dor
Em mais um sofrimento
Que até hoje não parou
Mas o agora não importa
Pois eu abri a porta
E o coração já fechou.
Fubu
Abstinência
Assim que a sombra desaparecer
Os olhos do céu se fecharão
Como uma tarde vai.
Os pratos se quebram
Já não há mais silêncio na casa,
A porta se abre
É o grito querendo sair
Depois de ferir mais um coração.
Noite de sono conturbado,
Sofrendo diástoles aceleradas
Que se ouvem em todos os quartos
Falta vida à beira da morte.
Não saber o que virá das horas seguintes
É o mesmo que estar enterrado
E poder dar um último grito
Para descansar em paz.
Mas a outra noite seria mais linda
Se não houvessem tantos espelhos
Na frente de um vampiro
Sem sangue, sem vida.
Fubu
Os olhos do céu se fecharão
Como uma tarde vai.
Os pratos se quebram
Já não há mais silêncio na casa,
A porta se abre
É o grito querendo sair
Depois de ferir mais um coração.
Noite de sono conturbado,
Sofrendo diástoles aceleradas
Que se ouvem em todos os quartos
Falta vida à beira da morte.
Não saber o que virá das horas seguintes
É o mesmo que estar enterrado
E poder dar um último grito
Para descansar em paz.
Mas a outra noite seria mais linda
Se não houvessem tantos espelhos
Na frente de um vampiro
Sem sangue, sem vida.
Fubu
Eterna
Ainda escuto um baixo som
Como poucos que aparecem
No silêncio da música
Existe um pouco de paz
Mas parece pranto
Jogado ao canto
Que não encontra descanso
Sei agora porque é difícil chorar.
São quatro dias de tristeza
Entre pausas para o jantar
Todos à mesa querendo brigar
Por um pedaço de afeto
Que atire a primeira pedra
Aquele que nunca sonhou
Em ser perfeito
Mostrar carinho ao próximo
Não existe sem um obrigado
Nas nuvens da incerteza
Da retribuição
Outro dia vi o Sol
Segurei-o em minhas mãos
Mas o vento levou a felicidade para outra pessoa
Dizem que um dia ele volta
Ainda escuto um baixo som
Como poucos que aparecem
No silêncio da música
Existe um pouco de paz
Mas parece pranto
Jogado ao canto
Que não encontra descanso
Fubu
Como poucos que aparecem
No silêncio da música
Existe um pouco de paz
Mas parece pranto
Jogado ao canto
Que não encontra descanso
Sei agora porque é difícil chorar.
São quatro dias de tristeza
Entre pausas para o jantar
Todos à mesa querendo brigar
Por um pedaço de afeto
Que atire a primeira pedra
Aquele que nunca sonhou
Em ser perfeito
Mostrar carinho ao próximo
Não existe sem um obrigado
Nas nuvens da incerteza
Da retribuição
Outro dia vi o Sol
Segurei-o em minhas mãos
Mas o vento levou a felicidade para outra pessoa
Dizem que um dia ele volta
Ainda escuto um baixo som
Como poucos que aparecem
No silêncio da música
Existe um pouco de paz
Mas parece pranto
Jogado ao canto
Que não encontra descanso
Fubu
Iludível
Pior do que estar sozinho
É acordar em um mar de rosas,
Cheio de espinhos
E não poder alçar um caminho.
Apenas em fé sustentar o idílico
Que não é mentira para o lírico
Descansa à margem do precipício
De que chamam multidão
E não esconde o destino
Segue em frente ao abismo
Como muitos que se vão
E por sorte não estão
Como outros no porão
Com seus punhos cortados
Seus corpos limitados
A esquecer a paixão
De uma nova vida mal vivida
Com sonhos compassíveis
A uma alma em solidão.
Fubu
É acordar em um mar de rosas,
Cheio de espinhos
E não poder alçar um caminho.
Apenas em fé sustentar o idílico
Que não é mentira para o lírico
Descansa à margem do precipício
De que chamam multidão
E não esconde o destino
Segue em frente ao abismo
Como muitos que se vão
E por sorte não estão
Como outros no porão
Com seus punhos cortados
Seus corpos limitados
A esquecer a paixão
De uma nova vida mal vivida
Com sonhos compassíveis
A uma alma em solidão.
Fubu
Contenda com Deus (última parte)
Mas agora se riem de mim os de menos idade do que eu,
E cujos pais eu teria desdenhado
De pôr ao lado cães do meu rebanho.
De que também me serviria
A força das suas mãos,
Homens cujo vigor já percebeu?
De míngua e fome se debilitaram;
Roem os lugares secos, desde muito
Em ruínas e desolados.
Apanham malvas e folhas dos arbustos
E se sustentam de raízes de zimbro.
Do meio dos homens são expulsos;
Grita-se contra eles, como se grita
Atrás de um ladrão;
Habitam nos desfiladeiros sombrios,
Nas cavernas da terra e das rochas.
Bramam entre os arbustos
E se ajuntam debaixo dos espinheiros.
São filhos de doidos, raça infame,
E da terra são escorraçados.
Mas agora sou a sua canção de motejo
E lhes sirvo de provérbio.
Abominam-me, fogem para longe de mim
E não se abstêm de me cuspir no rosto.
Porque Deus afrouxou a corda
Do meu arco e me oprimiu;
Pelo que sacudiram de si o freio
Perante o meu rosto.
À direita se levanta uma súcia,
E me empurra,
E contra mim prepara
O seu caminho de destruição.
Arruínam a minha vereda,
Promovem a minha calamidade;
Gente para quem já não há socorro.
Vêm contra mim
Como por uma grande brecha
E se envolvem avante entre as ruínas.
Sobrevieram-me pavores,
Como pelo vento é varrida a minha honra;
Como nuvem passou a minha felicidade.
Jó (editado por Fubu)
E cujos pais eu teria desdenhado
De pôr ao lado cães do meu rebanho.
De que também me serviria
A força das suas mãos,
Homens cujo vigor já percebeu?
De míngua e fome se debilitaram;
Roem os lugares secos, desde muito
Em ruínas e desolados.
Apanham malvas e folhas dos arbustos
E se sustentam de raízes de zimbro.
Do meio dos homens são expulsos;
Grita-se contra eles, como se grita
Atrás de um ladrão;
Habitam nos desfiladeiros sombrios,
Nas cavernas da terra e das rochas.
Bramam entre os arbustos
E se ajuntam debaixo dos espinheiros.
São filhos de doidos, raça infame,
E da terra são escorraçados.
Mas agora sou a sua canção de motejo
E lhes sirvo de provérbio.
Abominam-me, fogem para longe de mim
E não se abstêm de me cuspir no rosto.
Porque Deus afrouxou a corda
Do meu arco e me oprimiu;
Pelo que sacudiram de si o freio
Perante o meu rosto.
À direita se levanta uma súcia,
E me empurra,
E contra mim prepara
O seu caminho de destruição.
Arruínam a minha vereda,
Promovem a minha calamidade;
Gente para quem já não há socorro.
Vêm contra mim
Como por uma grande brecha
E se envolvem avante entre as ruínas.
Sobrevieram-me pavores,
Como pelo vento é varrida a minha honra;
Como nuvem passou a minha felicidade.
Jó (editado por Fubu)
Contenda com Deus (2ª parte)
O meu espírito vai se consumindo,
Os meus dias se vão apagando,
E só tenho perante mim a sepultura.
Estou, de fato, cercado de zombadores,
E os meus olhos são obrigados
A lhes contemplar a provocação.
Dá-me, pois, um penhor; sê o meu fiador
Para contigo mesmo;
Quem mais haverá que se possa comprometer comigo?
Porque ao seu coração encobriste o entendimento,
Pelo que não os exaltarás.
Se alguém oferece seus amigos como presa,
Os olhos de seus filhos desfalecerão.
Mas a mim me pôs por provérbio dos povos;
Tornei-me como aquele em cujo rosto cospe.
Pelo que já se escureceram
De mágoa os meus olhos,
E já todos os meus membros
São como a sombra;
Os retos pasmam disto.
E o inocente se levanta contra o ímpio.
Contudo, o justo segue o seu caminho,
E puro de mãos cresce mais e mais em força.
Mas tornai-vos, todos vós, e vinde cá;
Porque sábio nenhum acharei entre vós.
Os meus dias passaram,
E se malograram os meus propósitos,
As aspirações do meu coração.
Convertem-me a noite em dia,
E a luz, dizem, está perto das trevas.
Mas, se eu aguardo já a sepultura por minha casa;
Se nas trevas estendo a minha cama;
Se ao sepulcro eu clamo: tu és meu pai;
E aos vermes: vós sois minha mãe e minha irmã,
Onde está, pois, a minha esperança?
Sim, a minha esperança,
Quem a poderá ver?
Ela descerá até as portas da morte,
Quando juntamente no pó
Teremos descanso.
Os meus dias se vão apagando,
E só tenho perante mim a sepultura.
Estou, de fato, cercado de zombadores,
E os meus olhos são obrigados
A lhes contemplar a provocação.
Dá-me, pois, um penhor; sê o meu fiador
Para contigo mesmo;
Quem mais haverá que se possa comprometer comigo?
Porque ao seu coração encobriste o entendimento,
Pelo que não os exaltarás.
Se alguém oferece seus amigos como presa,
Os olhos de seus filhos desfalecerão.
Mas a mim me pôs por provérbio dos povos;
Tornei-me como aquele em cujo rosto cospe.
Pelo que já se escureceram
De mágoa os meus olhos,
E já todos os meus membros
São como a sombra;
Os retos pasmam disto.
E o inocente se levanta contra o ímpio.
Contudo, o justo segue o seu caminho,
E puro de mãos cresce mais e mais em força.
Mas tornai-vos, todos vós, e vinde cá;
Porque sábio nenhum acharei entre vós.
Os meus dias passaram,
E se malograram os meus propósitos,
As aspirações do meu coração.
Convertem-me a noite em dia,
E a luz, dizem, está perto das trevas.
Mas, se eu aguardo já a sepultura por minha casa;
Se nas trevas estendo a minha cama;
Se ao sepulcro eu clamo: tu és meu pai;
E aos vermes: vós sois minha mãe e minha irmã,
Onde está, pois, a minha esperança?
Sim, a minha esperança,
Quem a poderá ver?
Ela descerá até as portas da morte,
Quando juntamente no pó
Teremos descanso.
Contenda com Deus (1ª parte)
Não é penosa a vida do homem sobre a terra?
Não são os teus dias como os de jornaleiro?
Como escravo que suspira pela sombra
E como jornaleiro que espera pela sua praga,
Assim me deram por herança meses de engano
E noites de aflição me proporcionaram.
Ao deitar-me, digo: quando me levantarei?
Mas é comprida a noite,
E farto-me de me revolver na cama, até à alva.
A minha carne está vestida
De vermes e de crostas terrosas;
A minha pele se encrosta e de novo supura.
Os meus dias são mais velozes
Do que a lançadeira do tecelão
E se findam sem esperança.
Lembra-te de que a minha vida é um sopro;
Os meus olhos tornarão a ver o bem.
Os lhos dos que agora me vêem
Não me verão mais;
Os teus olhos me procuração,
Mas já não serei.
Tal como a nuvem se desfaz e passa,
Aquele que desce à sepultura
Jamais tornará a subir.
Nunca mais tornará à sua casa,
Nem o lugar onde habita
O conhecerá jamais.
Por isso, não reprimirei a boca,
Falarei na angústia do meu espírito,
Queixar-me-ei na amargura da minha alma.
Acaso, sou eu o mar
Ou algum monstro marinho,
Para que me ponhas guarda?
Dizendo eu: consolar-me-á ao meu leito,
A minha cama aliviará a minha queixa,
Então, me espanta com sonhos
E com visões me assombras;
Pelo que a minha alma escolheria,
Antes, ser estrangulada;
Antes, a morte do que esta tortura.
Estou farto da minha vida;
Não quero viver para sempre.
Deixa-me, pois, porque meus dias são um sopro.
Que é o homem, para que tanto estimes,
E ponhas nele o teu cuidado,
E cada manhã o visites,
E cada momento o ponhas à prova?
Até quando não apartarás de mim a tua vista?
Até quando não me darás tempo
De engolir a minha saliva?
Se pequei, que mal te fiz a ti,
Ó Espreitador de homens?
Por que fizeste de mim um alvo para ti,
Para que a mim mesmo me seja pesado?
Por que não perdoas a minha transgressão
E não tiras a minha iniqüidade?
Pois agora me deitarei no pó;
E, se me buscas, já não serei.
Não são os teus dias como os de jornaleiro?
Como escravo que suspira pela sombra
E como jornaleiro que espera pela sua praga,
Assim me deram por herança meses de engano
E noites de aflição me proporcionaram.
Ao deitar-me, digo: quando me levantarei?
Mas é comprida a noite,
E farto-me de me revolver na cama, até à alva.
A minha carne está vestida
De vermes e de crostas terrosas;
A minha pele se encrosta e de novo supura.
Os meus dias são mais velozes
Do que a lançadeira do tecelão
E se findam sem esperança.
Lembra-te de que a minha vida é um sopro;
Os meus olhos tornarão a ver o bem.
Os lhos dos que agora me vêem
Não me verão mais;
Os teus olhos me procuração,
Mas já não serei.
Tal como a nuvem se desfaz e passa,
Aquele que desce à sepultura
Jamais tornará a subir.
Nunca mais tornará à sua casa,
Nem o lugar onde habita
O conhecerá jamais.
Por isso, não reprimirei a boca,
Falarei na angústia do meu espírito,
Queixar-me-ei na amargura da minha alma.
Acaso, sou eu o mar
Ou algum monstro marinho,
Para que me ponhas guarda?
Dizendo eu: consolar-me-á ao meu leito,
A minha cama aliviará a minha queixa,
Então, me espanta com sonhos
E com visões me assombras;
Pelo que a minha alma escolheria,
Antes, ser estrangulada;
Antes, a morte do que esta tortura.
Estou farto da minha vida;
Não quero viver para sempre.
Deixa-me, pois, porque meus dias são um sopro.
Que é o homem, para que tanto estimes,
E ponhas nele o teu cuidado,
E cada manhã o visites,
E cada momento o ponhas à prova?
Até quando não apartarás de mim a tua vista?
Até quando não me darás tempo
De engolir a minha saliva?
Se pequei, que mal te fiz a ti,
Ó Espreitador de homens?
Por que fizeste de mim um alvo para ti,
Para que a mim mesmo me seja pesado?
Por que não perdoas a minha transgressão
E não tiras a minha iniqüidade?
Pois agora me deitarei no pó;
E, se me buscas, já não serei.
Sentidos
Escrevo a solidão dos meus passos
Em areias do deserto
Lá não alcançarão paz
Por isso mudei meu olhar
E o céu?
Por que se distancia da minha face?
Não é fácil sorrir
São falsas impressões
Poucas palavras
Muitas mentiras
Erros lamentáveis
A tragédia dos mitos
Imaginação, fantasia,
Mentira!
É sábio não falar
Diante de falsas provas
Ainda não inventaram sentimentos
Impuros
Fracos
Ainda não brincaram com a sorte
Que trás azar, a morte
Que faz alguém partir
E não mais voltar
Podem ser os amantes
Que não amam
Qualquer livro que abrirem
A mesma palavra
Que não significa
Nada
Sozinha
Na dor pela dor
Prefiro doer de rancor
Por conhecer as frases
Que me lembram
Saudade
Atrás de saudade
Pior é saber que ama
E não poder ver
O outro lado da ponte
Que não é arco-íris
Que não é lama
Lembra do deserto?
Já não é mais
Agora é mar
De lágrimas
Sem passos
Só sonhos
Afundando devagar
Bem...
Devagar
Fubu
Em areias do deserto
Lá não alcançarão paz
Por isso mudei meu olhar
E o céu?
Por que se distancia da minha face?
Não é fácil sorrir
São falsas impressões
Poucas palavras
Muitas mentiras
Erros lamentáveis
A tragédia dos mitos
Imaginação, fantasia,
Mentira!
É sábio não falar
Diante de falsas provas
Ainda não inventaram sentimentos
Impuros
Fracos
Ainda não brincaram com a sorte
Que trás azar, a morte
Que faz alguém partir
E não mais voltar
Podem ser os amantes
Que não amam
Qualquer livro que abrirem
A mesma palavra
Que não significa
Nada
Sozinha
Na dor pela dor
Prefiro doer de rancor
Por conhecer as frases
Que me lembram
Saudade
Atrás de saudade
Pior é saber que ama
E não poder ver
O outro lado da ponte
Que não é arco-íris
Que não é lama
Lembra do deserto?
Já não é mais
Agora é mar
De lágrimas
Sem passos
Só sonhos
Afundando devagar
Bem...
Devagar
Fubu
Variantes de um vinho seco
O vermelho que não é vermelho em meu sangue está
Misturando minhas faces.
Esqueci-me de que sou um qualquer
Errado, tanto quanto abastado
Do vermelho que não é vermelho
De vícios externos
Os meus passos são retos
O caminho é torto
Eu falo o que penso
Mas não consigo pensar
E estas luzes, por que me perseguem?
Fechem as portas! Olhem para mim!
E este aí? Ele é seu irmão?
Apague esta vela
É hora de dormir
Neta cama que se chama chão
Como foi a sua noite?
Meu corpo que dói
Minha mente ardente
Não posso me levantar.
Voltarei a descançar
No vermelho que não é vermelho
Que em minha vida está.
Fubu
Misturando minhas faces.
Esqueci-me de que sou um qualquer
Errado, tanto quanto abastado
Do vermelho que não é vermelho
De vícios externos
Os meus passos são retos
O caminho é torto
Eu falo o que penso
Mas não consigo pensar
E estas luzes, por que me perseguem?
Fechem as portas! Olhem para mim!
E este aí? Ele é seu irmão?
Apague esta vela
É hora de dormir
Neta cama que se chama chão
Como foi a sua noite?
Meu corpo que dói
Minha mente ardente
Não posso me levantar.
Voltarei a descançar
No vermelho que não é vermelho
Que em minha vida está.
Fubu
Alma solitária
Não era tarde
Era início de madrugada
Que não existe mais
Não sei se posso acordar
Não sei se posso pensar
Numa despedida
Assim, tão fria.
É lágrima que desce ao peito
Como não deveria ser
É triste infelicidade
Ao peso da mente
Perdida, sem rumo.
Não ouço palavras
Escuto apenas o eco
De útimas conseqüências
Que acabaram!
Só existe lua negra
Alheia a tanta tristeza
Não creio no que vi
Não sinto a despedida
Talvez não suporte a essa verdade
Eu sabia que ia acontecer
Mas por que tão cedo?
Não sinto mais minhas mãos segurando as tuas
Estou muito perdido, não posso negar
Dor, não, é mais, é mais forte
Inaceitável fantasia!
Esqueceram-me no inferno
Da solidão que me atinge
Me açoita e me crucifica
Não sei mais o que pensar de noites que virão
Que virão sem tua presença
Hoje falta sorriso em minha alma
A noite quente está fria
A lua viva está morta
Só não quero ser esquecido
Só não quero...
Fubu
Era início de madrugada
Que não existe mais
Não sei se posso acordar
Não sei se posso pensar
Numa despedida
Assim, tão fria.
É lágrima que desce ao peito
Como não deveria ser
É triste infelicidade
Ao peso da mente
Perdida, sem rumo.
Não ouço palavras
Escuto apenas o eco
De útimas conseqüências
Que acabaram!
Só existe lua negra
Alheia a tanta tristeza
Não creio no que vi
Não sinto a despedida
Talvez não suporte a essa verdade
Eu sabia que ia acontecer
Mas por que tão cedo?
Não sinto mais minhas mãos segurando as tuas
Estou muito perdido, não posso negar
Dor, não, é mais, é mais forte
Inaceitável fantasia!
Esqueceram-me no inferno
Da solidão que me atinge
Me açoita e me crucifica
Não sei mais o que pensar de noites que virão
Que virão sem tua presença
Hoje falta sorriso em minha alma
A noite quente está fria
A lua viva está morta
Só não quero ser esquecido
Só não quero...
Fubu
Ainda não há velas
É cedo demais para acordar
A luz não nasceu
Se o dia raiar
Ei de encontrar contigo ao tardar
Este céu tão limpo
Não me satisfaz
Espero a aurora seu tempo chegar
Olhar seus passos até findar
E chegar no horizonte e perder-se no mar
Deixe que o tempo comande o Sol
O seu poente nos trás o melhor
Reina a noite, reina o luar
Eu disfarço o silêncio
Eu aceito o lamento
Eu conduzo o som para nós dois
Fubu
A luz não nasceu
Se o dia raiar
Ei de encontrar contigo ao tardar
Este céu tão limpo
Não me satisfaz
Espero a aurora seu tempo chegar
Olhar seus passos até findar
E chegar no horizonte e perder-se no mar
Deixe que o tempo comande o Sol
O seu poente nos trás o melhor
Reina a noite, reina o luar
Eu disfarço o silêncio
Eu aceito o lamento
Eu conduzo o som para nós dois
Fubu
Deixe-me sonhar
São tão fracos...
Quando vou aprender a crescer?
Nesta caixa estão todos guardados
Desde o silêncio até o grito de minha alma
Eu desconheço meus pensamentos
Só porque não consigo transformá-los em realidade
São estas as preces que me cercam
São sinos uivantes
Logo acordarei
Mas já que estou dormindo
Deixe-me sonhar um pouco mais
Porque quando eu levantar e colocar os pés no chão
Você vai ser o primeiro a atravessar o meu caminho
E ficará para trás
Pois não me lembrarei de você
Por isso não me pessa para ser gentil
Hostil será o meu nome.
Mas antes que isso aconteça
Seja amigo comigo
Quem sabe ainda exista um coração dentro de mim.
Fubu
Quando vou aprender a crescer?
Nesta caixa estão todos guardados
Desde o silêncio até o grito de minha alma
Eu desconheço meus pensamentos
Só porque não consigo transformá-los em realidade
São estas as preces que me cercam
São sinos uivantes
Logo acordarei
Mas já que estou dormindo
Deixe-me sonhar um pouco mais
Porque quando eu levantar e colocar os pés no chão
Você vai ser o primeiro a atravessar o meu caminho
E ficará para trás
Pois não me lembrarei de você
Por isso não me pessa para ser gentil
Hostil será o meu nome.
Mas antes que isso aconteça
Seja amigo comigo
Quem sabe ainda exista um coração dentro de mim.
Fubu
Gratidão
Sim sou grato,
Sou grato por poder desfrutar
De sua beleza sempre ao raiar
Onde o astro-rei perde seu lugar
E todos ficam a te contemplar.
Sim sou grato,
Sou grato por te conhecer
E ser o centro do meu viver
Fonte imensurável de amor,
Vida e destemor
Enfim, sou grato
Sou grato por amar e enlouquecer
Mesmo sem saber o porquê
Mas disposto a lhe dizer
Mensageira da Morte, sou grato por você.
Fubu
Sou grato por poder desfrutar
De sua beleza sempre ao raiar
Onde o astro-rei perde seu lugar
E todos ficam a te contemplar.
Sim sou grato,
Sou grato por te conhecer
E ser o centro do meu viver
Fonte imensurável de amor,
Vida e destemor
Enfim, sou grato
Sou grato por amar e enlouquecer
Mesmo sem saber o porquê
Mas disposto a lhe dizer
Mensageira da Morte, sou grato por você.
Fubu
É esse, o fim.
Entre versos citados
Entre erros apagados
Seu rio secou
E não há lágrimas que possam encher
O que o vento carregou
Um breve silencio
Não mais é a prova do nosso amor
Que paira tranqüilo
Em sono profundo
Existe um céu a favor
Que acorda mais claro
E deixa a noite ao nosso dispor
Dos desejos
Que morrem mais cedo
E apagam os votos de amor
Entre folhas rasgadas
Entre lágrimas choradas
O sonho acabou
O que era meu só sobrou
Dos pedaços de um coração
Que ninguém machucou
Foi o tempo que nos distanciou
Nosso lar desfeito, vento, rarefeito
Meus dias ao esquecer o malfeito
E não poderá ser refeito o que um dia acabou
Entre sorridos dados
Entre amores desabafados
Minha esperança não acabou
Ela dorme no escuro, quieta
Esperando quem sabe um dia voltar
Aos meus sonhos, concretos
Que desejos incertos não sejam meu olhar
Pois desde ontem eu aprendi a te amar.
Fubu
Entre erros apagados
Seu rio secou
E não há lágrimas que possam encher
O que o vento carregou
Um breve silencio
Não mais é a prova do nosso amor
Que paira tranqüilo
Em sono profundo
Existe um céu a favor
Que acorda mais claro
E deixa a noite ao nosso dispor
Dos desejos
Que morrem mais cedo
E apagam os votos de amor
Entre folhas rasgadas
Entre lágrimas choradas
O sonho acabou
O que era meu só sobrou
Dos pedaços de um coração
Que ninguém machucou
Foi o tempo que nos distanciou
Nosso lar desfeito, vento, rarefeito
Meus dias ao esquecer o malfeito
E não poderá ser refeito o que um dia acabou
Entre sorridos dados
Entre amores desabafados
Minha esperança não acabou
Ela dorme no escuro, quieta
Esperando quem sabe um dia voltar
Aos meus sonhos, concretos
Que desejos incertos não sejam meu olhar
Pois desde ontem eu aprendi a te amar.
Fubu
Durma em paz
Meus braços trocados
Levantam meus pés
Não mais sentir o chão
Voam correntes
Em busca do são
Indo e vindo
Tocam-me com dor
O céu está frio
Seu medo me usou
A mesma estrada
O mesmo valor
É assim que se faz o meu mundo
Recolhido, inaceitado
Assim é meu fraco
Ódio e rancor
Não constam em sonhos
De história de amor
Não está lindo
O deserto é mais
Afogado que os mesmo
Anseios, desejos
Distintos me fazem acordar.
Fubu
Levantam meus pés
Não mais sentir o chão
Voam correntes
Em busca do são
Indo e vindo
Tocam-me com dor
O céu está frio
Seu medo me usou
A mesma estrada
O mesmo valor
É assim que se faz o meu mundo
Recolhido, inaceitado
Assim é meu fraco
Ódio e rancor
Não constam em sonhos
De história de amor
Não está lindo
O deserto é mais
Afogado que os mesmo
Anseios, desejos
Distintos me fazem acordar.
Fubu
Desculpe o presente
E vai...
Doendo por dentro
Sem ter o que consumir
É como me sinto
É como me vejo
Sem asas
Nada certo faz sentido
Tantas palavras erradas
É como me sinto
É como me vejo
As voltas que não duram
A felicidade que não existe
Nem todos podem me fazer feliz
Se eu realmente quisesse estar ao lado de alguém
Doeria menos
É isto que não existe
São verdades
São amores que não duram
Queria poder voltar dois anos
Só para lembrar das pessoas
A quem não fiz mal
Onde só tinha os braços de uma
Que me acolhiam e sustentavam
Não parar para pensar
Dói muito
É difícil viver sem ninguém
Mas com alguéns
Tentar não machucar
Não cabe a mim
Estaria mais feliz há dois anos
É assim que queria me sentir
É assim que queria me ver
Só com você.
Fubu
Doendo por dentro
Sem ter o que consumir
É como me sinto
É como me vejo
Sem asas
Nada certo faz sentido
Tantas palavras erradas
É como me sinto
É como me vejo
As voltas que não duram
A felicidade que não existe
Nem todos podem me fazer feliz
Se eu realmente quisesse estar ao lado de alguém
Doeria menos
É isto que não existe
São verdades
São amores que não duram
Queria poder voltar dois anos
Só para lembrar das pessoas
A quem não fiz mal
Onde só tinha os braços de uma
Que me acolhiam e sustentavam
Não parar para pensar
Dói muito
É difícil viver sem ninguém
Mas com alguéns
Tentar não machucar
Não cabe a mim
Estaria mais feliz há dois anos
É assim que queria me sentir
É assim que queria me ver
Só com você.
Fubu
Anônima
Mesmo que eu não consiga terminar essa poesia, mesmo que eu não consiga definir um título a ela, uma pequena parte dela já me diz algo.
Onde descançam as palavras
Que não vão sentir meus erros
Ilustrados em páginas
Uma vez vermelhas
Ninguém vai apagar
A dor que eu senti
Foi perder a verdade
Que me ligava a você
Foi dizer que a saudade
Escondia o prazer de viver
A solidão que me faz lembrar
Nossos dias em silêncio
Nossos anos a passar
A solidão achou seu lugar
Entre os últimos olhares
Que diziam adeus
Em paz me vou
Com lágrimas a espera
De um coração
Que não possa esquecer
Um dia a dor
Que não possa esquecer
Um grande amor
Não é falar sem ouvir palavras ao vento
Durma em paz, acolha este sofrimento
Num mar de sonhos recortados
Cada peça a juntar ao te encontrar
Últimas lembranças em fotos rasgadas
Pois não há espaço para descobrir
O que nos separou
A mesma cena dos livros jogados
Para escrever um lindo dia que não vai chegar
A esperança que tarda ao raiar
Como contar um dia
Nas noites frias
Com braços que não podem acolher
Um lenço guardado
Com seu retrato
Que não vai parar de sorrir
Enquanto não encontrar
As palavras vermelhas, em sangue
Borradas, em páginas
Que navegam o oceano
Do distante infinito
Do esquecido.
Fubu
Onde descançam as palavras
Que não vão sentir meus erros
Ilustrados em páginas
Uma vez vermelhas
Ninguém vai apagar
A dor que eu senti
Foi perder a verdade
Que me ligava a você
Foi dizer que a saudade
Escondia o prazer de viver
A solidão que me faz lembrar
Nossos dias em silêncio
Nossos anos a passar
A solidão achou seu lugar
Entre os últimos olhares
Que diziam adeus
Em paz me vou
Com lágrimas a espera
De um coração
Que não possa esquecer
Um dia a dor
Que não possa esquecer
Um grande amor
Não é falar sem ouvir palavras ao vento
Durma em paz, acolha este sofrimento
Num mar de sonhos recortados
Cada peça a juntar ao te encontrar
Últimas lembranças em fotos rasgadas
Pois não há espaço para descobrir
O que nos separou
A mesma cena dos livros jogados
Para escrever um lindo dia que não vai chegar
A esperança que tarda ao raiar
Como contar um dia
Nas noites frias
Com braços que não podem acolher
Um lenço guardado
Com seu retrato
Que não vai parar de sorrir
Enquanto não encontrar
As palavras vermelhas, em sangue
Borradas, em páginas
Que navegam o oceano
Do distante infinito
Do esquecido.
Fubu
Promessas
Nossos dias,
Noites frias,
Não há versos que suportem nosso caminhar
Lua nova
Imita a vida
Em cada passo que a noite não adivinhar
Os desejos,
Não os deixo
Em papéis rasgados que o vento vai levar
Nossos medos estão trancados em caixas de promessas e não revelados
Nossas mentes invertidas tão distantes da mentira do pecado
Não é mais o bem
Está muito aquém
Do siléncio esperado.
Outro dia vem
Eu me lembro bem
Do espelho já quebrado.
A noite vinha
A agonia
De não ter ninguém para contar
Quero ouvir
Quero pensar em você.
Quero gostar
Quero te conhecer.
Fubu
Noites frias,
Não há versos que suportem nosso caminhar
Lua nova
Imita a vida
Em cada passo que a noite não adivinhar
Os desejos,
Não os deixo
Em papéis rasgados que o vento vai levar
Nossos medos estão trancados em caixas de promessas e não revelados
Nossas mentes invertidas tão distantes da mentira do pecado
Não é mais o bem
Está muito aquém
Do siléncio esperado.
Outro dia vem
Eu me lembro bem
Do espelho já quebrado.
A noite vinha
A agonia
De não ter ninguém para contar
Quero ouvir
Quero pensar em você.
Quero gostar
Quero te conhecer.
Fubu
Debaixo das asas
Não quer aprender
Não pode mentir
E demonstrar
Os fatos errados
Que não são meus
Desejos seus
E enganar
Meu fraco silêncio
Não quero sentir
O céu se abrir
E desabar
Com todas as mentiras
Que me mantém
Enterrado
E sem respirar
A flor da minha vida
Sem respirar
O perfume que usava ainda
Não estou mais
Debaixo das asas
Eu não sou mais
Seu filho
Eu não tenho mais
Seu amor.
Fubu
Não pode mentir
E demonstrar
Os fatos errados
Que não são meus
Desejos seus
E enganar
Meu fraco silêncio
Não quero sentir
O céu se abrir
E desabar
Com todas as mentiras
Que me mantém
Enterrado
E sem respirar
A flor da minha vida
Sem respirar
O perfume que usava ainda
Não estou mais
Debaixo das asas
Eu não sou mais
Seu filho
Eu não tenho mais
Seu amor.
Fubu
Letras no escuro
Em meu peito,
Despertas a dor,
Que ocultei por tempos...
A dor
Revive...
E mata seus sonhos
Sem que possa ver...
Passará os anos,
Passará as vidas...
Mas essa dor contida,
Não irá morrer...
A frieza com que eu tratava meu próprio coração,
Se foi com a chuva
De muitos anos atrás...
Quando chorei sem ter me arrependido...
O medo,
Destróis seus sonhos mais lindos...
E seus sorrisos mais puros,
Os nossos gritos ninguém ouvira...
E nossa dor ninguém sentira...
E mesmo assim,
Por estas eu vejo todos erros que cometi...
A lágrima,
Escorreu... Mas eu não senti...
Eu não me importei...
E não importa quantas lágrimas escorram,
Quantos anos suporte a dor...
Há tempos,
Que eu não sei mais viver...
E não importa qual sentimento desperte...
Ele morrerá, quanto tempo suportar...
Quantas vezes reviver...
Miragem
Despertas a dor,
Que ocultei por tempos...
A dor
Revive...
E mata seus sonhos
Sem que possa ver...
Passará os anos,
Passará as vidas...
Mas essa dor contida,
Não irá morrer...
A frieza com que eu tratava meu próprio coração,
Se foi com a chuva
De muitos anos atrás...
Quando chorei sem ter me arrependido...
O medo,
Destróis seus sonhos mais lindos...
E seus sorrisos mais puros,
Os nossos gritos ninguém ouvira...
E nossa dor ninguém sentira...
E mesmo assim,
Por estas eu vejo todos erros que cometi...
A lágrima,
Escorreu... Mas eu não senti...
Eu não me importei...
E não importa quantas lágrimas escorram,
Quantos anos suporte a dor...
Há tempos,
Que eu não sei mais viver...
E não importa qual sentimento desperte...
Ele morrerá, quanto tempo suportar...
Quantas vezes reviver...
Miragem
Últimas linhas
Hoje eu escrevo o vermelho dos meus olhos
Pois já foram lavados com lágrimas de sangue
Descendo em cada linha quando os fecho,
Uma verdade vai sendo esquecida
Cada fato, cada foto caindo ao chão
E não poder pegá-las
Só ouvir a estaca em minhas mãos
Prendendo-me sem dar-me reação.
Eu não vou mentir
A vida de morto é só ouvir
E com palavras demostrar o que perdi
Não amar você pois não posso tocá-la
Pois não posso chamá-la.
Cada quarto visitado a mesma solidão
Afogado em prantos nesta dimensão
Um infeliz desprezado marcado pela dor
Que escreve últimas linhas
Que procura dizer: foi bom estar com você.
É viver e não sentir
A paz de ter você aqui
Em palavras finais
Que eu não quero dizer
Assim me despeço de você
Assim meus olhos não vão ver
Este final rasgado,
Este caderno acabado.
Fubu
Pois já foram lavados com lágrimas de sangue
Descendo em cada linha quando os fecho,
Uma verdade vai sendo esquecida
Cada fato, cada foto caindo ao chão
E não poder pegá-las
Só ouvir a estaca em minhas mãos
Prendendo-me sem dar-me reação.
Eu não vou mentir
A vida de morto é só ouvir
E com palavras demostrar o que perdi
Não amar você pois não posso tocá-la
Pois não posso chamá-la.
Cada quarto visitado a mesma solidão
Afogado em prantos nesta dimensão
Um infeliz desprezado marcado pela dor
Que escreve últimas linhas
Que procura dizer: foi bom estar com você.
É viver e não sentir
A paz de ter você aqui
Em palavras finais
Que eu não quero dizer
Assim me despeço de você
Assim meus olhos não vão ver
Este final rasgado,
Este caderno acabado.
Fubu
Inundo vale seco
O vento
Os sóis de trás
O seco
Do vale mais
Profundo
Distante do meu estar
Inundo
Com lágrimas dos meus pais
Sossego
Não tenho mais
Com medo
Do meu sagaz
Instinto
Querendo correr a mim
Mostrando
Os erros do meu afim
Eu sei que meu sentir
Não vale mais
Que o meu agir
Eu sei que meu falar
Não vale mais
Que o meu andar
Vale mundo
Vale surdo
Vale cego
Sem compaixão.
Fubu
Os sóis de trás
O seco
Do vale mais
Profundo
Distante do meu estar
Inundo
Com lágrimas dos meus pais
Sossego
Não tenho mais
Com medo
Do meu sagaz
Instinto
Querendo correr a mim
Mostrando
Os erros do meu afim
Eu sei que meu sentir
Não vale mais
Que o meu agir
Eu sei que meu falar
Não vale mais
Que o meu andar
Vale mundo
Vale surdo
Vale cego
Sem compaixão.
Fubu
Mente e Alma
Eu não posso mostrar meu silêncio
Faz muito barulho na alma
Quando dói esconder os meus medos
Mais que estar confortado em meu leito
Não adianta estar ao seu lado
Se meus olhos não dizem uma frase só
Meus lábios não contam a verdade
Porque todas as vezes mentiram para mim
Minha mente corrompida
Não pode com minha alma intacta
Ainda que eu escarnecesse
Não cairia em plena escuridão
Posso não merecer esta alma
Que tanta libertar-se deste corpo
Enfurecida com meus erros
Irei me despir de ti
Que tanto quer sua liberdade
É com esta mente
Que me despeço da alma
Exorcizando bons pensamentos
Não crendo que um dia voltarão
Vá sem ter saudade
Desta mente que não aprende
A manter o corpo são
Fubu
Faz muito barulho na alma
Quando dói esconder os meus medos
Mais que estar confortado em meu leito
Não adianta estar ao seu lado
Se meus olhos não dizem uma frase só
Meus lábios não contam a verdade
Porque todas as vezes mentiram para mim
Minha mente corrompida
Não pode com minha alma intacta
Ainda que eu escarnecesse
Não cairia em plena escuridão
Posso não merecer esta alma
Que tanta libertar-se deste corpo
Enfurecida com meus erros
Irei me despir de ti
Que tanto quer sua liberdade
É com esta mente
Que me despeço da alma
Exorcizando bons pensamentos
Não crendo que um dia voltarão
Vá sem ter saudade
Desta mente que não aprende
A manter o corpo são
Fubu
Eu não queria escrever assim
Chamaram-me de louco
Por que me trancam aqui?
As metáforas da minha vida
Foram transformadas em verdade
Cada palavra reinventada denuncia-me.
Eu sinto muito por ser inexpressivo
A ponto dessa claridade converter-me ao suicídio,
Levar-me ao longe desse quarto
E me fazer descobrir que a liberdade da minha mente dói
Estou refazendo minhas cartas
Endereçando-as a mim
Só assim posso realmente me expressar
Mais do que nunca minha mente machuca-me
É com esse lápis
Que eu corto minhas mãos
E escrevo com meu sangue
O que eu quero ler.
Póstumo
Quando a tinta secou, viram minhas paredes vermelhas, e minhas mão marcadas foram eternizadas por aqueles que me chamaram de louco. Lá, meus versos revelaram minha dura realidade num quarto branco, tendenciado à morte.
Fubu
Por que me trancam aqui?
As metáforas da minha vida
Foram transformadas em verdade
Cada palavra reinventada denuncia-me.
Eu sinto muito por ser inexpressivo
A ponto dessa claridade converter-me ao suicídio,
Levar-me ao longe desse quarto
E me fazer descobrir que a liberdade da minha mente dói
Estou refazendo minhas cartas
Endereçando-as a mim
Só assim posso realmente me expressar
Mais do que nunca minha mente machuca-me
É com esse lápis
Que eu corto minhas mãos
E escrevo com meu sangue
O que eu quero ler.
Póstumo
Quando a tinta secou, viram minhas paredes vermelhas, e minhas mão marcadas foram eternizadas por aqueles que me chamaram de louco. Lá, meus versos revelaram minha dura realidade num quarto branco, tendenciado à morte.
Fubu
Solidão e descaso
Sou fadada à solidão
Guardada dentro de minha alma
Permanece me consumindo
Me enfraquecendo, me matando
Vivo por minhas lembranças e
por um futuro que não hei de conhecer
Por uma vida que não terei
Luto contra meu destino
Sábio e cruel inimigo
Extremamente só
Peço um ínterim na história
Para apagar minha ignóbil existência
Que não me acrescentou nada
É como o vento
Sabe-se que esteve lá,
Mas ninguém lhe deu atenção.
Não é a vida que é injusta,
São as pessoas que são egoístas
E não percebem a decadência do próximo
Amanda C.
Guardada dentro de minha alma
Permanece me consumindo
Me enfraquecendo, me matando
Vivo por minhas lembranças e
por um futuro que não hei de conhecer
Por uma vida que não terei
Luto contra meu destino
Sábio e cruel inimigo
Extremamente só
Peço um ínterim na história
Para apagar minha ignóbil existência
Que não me acrescentou nada
É como o vento
Sabe-se que esteve lá,
Mas ninguém lhe deu atenção.
Não é a vida que é injusta,
São as pessoas que são egoístas
E não percebem a decadência do próximo
Amanda C.
Adeus
Caminhando entre pedras e arbustos
A dez passos de cair no abismo
O vento soprou, me distanciava
Do meu destino, do que eu desejava.
Deu-me mais tempo em vales profundos
Levando traços do que eu procurava
A chave da dor, mergulho no nada
E sem sentido a morte chegava.
Eu contava meus erros,
Eu guardava segredos,
E queria levá-los comigo ao chão.
Aquela paz que eu temia,
Me controlou, fez fantasia,
Uma aurora eu sempre via,
O meu perdão
As cicatrizes não foram curadas
Meu medo já me corrompeu
E a estrela que brilha no céu
Vai perdendo todos o seu valor
Eu dou meu adeus
Vou entrando para a história
Meu tempo aqui já se foi
Morri agora.
Fubu
A dez passos de cair no abismo
O vento soprou, me distanciava
Do meu destino, do que eu desejava.
Deu-me mais tempo em vales profundos
Levando traços do que eu procurava
A chave da dor, mergulho no nada
E sem sentido a morte chegava.
Eu contava meus erros,
Eu guardava segredos,
E queria levá-los comigo ao chão.
Aquela paz que eu temia,
Me controlou, fez fantasia,
Uma aurora eu sempre via,
O meu perdão
As cicatrizes não foram curadas
Meu medo já me corrompeu
E a estrela que brilha no céu
Vai perdendo todos o seu valor
Eu dou meu adeus
Vou entrando para a história
Meu tempo aqui já se foi
Morri agora.
Fubu
Novas Cartas
Escrevam-me sobre outras coisas
O amor, a solidão, a dor
Já fazem parte de mim
Quero romper barreiras
Aprender em novos mundos
Porque é fácil amar quem conheço
Porque é fácil odiar quem conheço
Cartas novas com escritas novas
Contem-me suas experiências
Enquanto me faltam pernas
Minha imaginação progride
São muitos que me deixam sozinho
Prefiro pensar como seria se não existissem
É solidão, singela por si só
Que me faz escrever
Pedindo ajuda a desconhecidos
Não faria sentido viver
Se eu não soubesse que vocês existissem
Ainda há espaço na minha mente
Para os conhecer
Eu sou alguém
Que precisa de conhecimento
Para conhecer o desconhecido
Dentro de mim.
Fubu
O amor, a solidão, a dor
Já fazem parte de mim
Quero romper barreiras
Aprender em novos mundos
Porque é fácil amar quem conheço
Porque é fácil odiar quem conheço
Cartas novas com escritas novas
Contem-me suas experiências
Enquanto me faltam pernas
Minha imaginação progride
São muitos que me deixam sozinho
Prefiro pensar como seria se não existissem
É solidão, singela por si só
Que me faz escrever
Pedindo ajuda a desconhecidos
Não faria sentido viver
Se eu não soubesse que vocês existissem
Ainda há espaço na minha mente
Para os conhecer
Eu sou alguém
Que precisa de conhecimento
Para conhecer o desconhecido
Dentro de mim.
Fubu
Uma poesia para mim
Não queiram descobrir-me nestas linhas
Que apesar de translúcidas não refletemo meu destino.
Desentendem minhas intenções ao âmago
Quando não, impõem-me aos seus sentimentos bastardos.
Nestas quatro paredes, a sala está cheia
Olhares aos arredores me atingem, me calam
Às vezes não me deixar te terminar, poesia.
Se ao menos houvesse paz neste lugar...
Um dia, talvez, eu dseje me expressar
Caso chegue à tona, não me importarei
Porque agora eu só quero escrever
Uma poesia que faça sentido para mim.
Fubu
Que apesar de translúcidas não refletemo meu destino.
Desentendem minhas intenções ao âmago
Quando não, impõem-me aos seus sentimentos bastardos.
Nestas quatro paredes, a sala está cheia
Olhares aos arredores me atingem, me calam
Às vezes não me deixar te terminar, poesia.
Se ao menos houvesse paz neste lugar...
Um dia, talvez, eu dseje me expressar
Caso chegue à tona, não me importarei
Porque agora eu só quero escrever
Uma poesia que faça sentido para mim.
Fubu
Maus Momentos
Sofro, eu sofro sem razão
A me perder da ilusão
Prefiro sofrer
Choro, eu choro com emoção
E vibra o meu coração
Prefiro chorar
São sentimentos que vêm de dentro
São verdadeiros, são maus momentos
Ainda trago-os comigo
Ainda são meus amigos
Amo, eu amo a solidão
A me perder da multidão
Prefiro amar, chorar e sofrer
Fubu
A me perder da ilusão
Prefiro sofrer
Choro, eu choro com emoção
E vibra o meu coração
Prefiro chorar
São sentimentos que vêm de dentro
São verdadeiros, são maus momentos
Ainda trago-os comigo
Ainda são meus amigos
Amo, eu amo a solidão
A me perder da multidão
Prefiro amar, chorar e sofrer
Fubu
Palavras Avulsas
Colocar sentido entre linhas
Sentimentos, dúvidas
Gravuras em papel
Pequenos gestos formam letras
Quaisquer palavras formas poesia
Dispenseiros da escrtita
A ela dão vida
Falam por si, somente
Estão marcados em cadernos
Como essência da leitura.
Palavras avulsas
Às vezes têm sentido
À margem dos sentimentos
Significam...
Qualquer coisa
Fubu
Sentimentos, dúvidas
Gravuras em papel
Pequenos gestos formam letras
Quaisquer palavras formas poesia
Dispenseiros da escrtita
A ela dão vida
Falam por si, somente
Estão marcados em cadernos
Como essência da leitura.
Palavras avulsas
Às vezes têm sentido
À margem dos sentimentos
Significam...
Qualquer coisa
Fubu
Mesmos Sonhos
Descobriram a esperança
Despertaram confiança
Em dias maus
Estavam tristes por mim
Quando não se é criança
Faça dor, mas a lembrança
Não se vai
Eu não a deixo sair
Ela estava em meus braços
Descobrindo que meus traços
Não são maus
Ela resolve partir
E não deixar memórias
Da nossa primeira história
Já se foi
O sonho prosseguirá...
(...)
Eu estava aliviado
Por saber que seu agrado
Era normal
De um sonho que existiu.
Fubu (adaptado)
Despertaram confiança
Em dias maus
Estavam tristes por mim
Quando não se é criança
Faça dor, mas a lembrança
Não se vai
Eu não a deixo sair
Ela estava em meus braços
Descobrindo que meus traços
Não são maus
Ela resolve partir
E não deixar memórias
Da nossa primeira história
Já se foi
O sonho prosseguirá...
(...)
Eu estava aliviado
Por saber que seu agrado
Era normal
De um sonho que existiu.
Fubu (adaptado)
A dor de existir
Existem momentos de felicidade, poucos, mas existem. Poucos porque a vida baseia-se na dor, e não há nada mais empolgante do que saber que essa dor pode ser vencida.
São puocas vitórias que nos trazem felicidade. Mas a felicidade é passageira, é inconstante, é ilusória. A felicidade é um objetivo, é quando ele não é conquistado não há mais o que fazer senão tentar mantê-los. Mas a vida já é uma desilsão e tal felicidade só faz isso aumentar.
A dor é gratificante porque ensina a ultrapassar os desafios, e depois de consegui-los procure outra dor. E se uma dia a dor for tanta que você pensa que não irá triunfar sobre ela, lembre-se que a última forma é a morte, mas sobre ela você não tem domínio. Ela vem quando quer para sarar sua grande dor. Ela veio por mim, pra mim e existir deixou de ser uma dor.
São puocas vitórias que nos trazem felicidade. Mas a felicidade é passageira, é inconstante, é ilusória. A felicidade é um objetivo, é quando ele não é conquistado não há mais o que fazer senão tentar mantê-los. Mas a vida já é uma desilsão e tal felicidade só faz isso aumentar.
A dor é gratificante porque ensina a ultrapassar os desafios, e depois de consegui-los procure outra dor. E se uma dia a dor for tanta que você pensa que não irá triunfar sobre ela, lembre-se que a última forma é a morte, mas sobre ela você não tem domínio. Ela vem quando quer para sarar sua grande dor. Ela veio por mim, pra mim e existir deixou de ser uma dor.
O jogo
AME:
Olhe com outros olhos
Veja de outro modo
A realidade tem muitas faces
E costumamos ver isso só de uma maneira.
Fubu:
Em você eu procuro outra coisa
Em você eu procuro sentimento
Ele, mais profundo onde está
Ele, adormecido conquistarei.
Nestes tempos eu quero te descobrir
Entender porque não te entendo
Seria apenas felicidade se o véu cair
E seus segredos conduzidos a mim
Tornassem meus segredos
Só por isso queria te entender.
AME:
Você não iria entender
Nem teria compreensão
Você iria sofrer...
Fubu:
Por que não posso descobrir seus segredos?
Por que eles fariam tanto mal a mim?
Já não me importo em sofrer
Já não me importo em saber a verdade
Diga para mim aquilo que guarda
Aceitarei ouvir, aceitarei ler
Essa dor eu posso suportar.
AME:
Esta dor guardada
Não pode ser revelada
Não aceito a ti revelar
Esta minha maldita dor
Fubu:
Dor que em quatro mãos seria menos sentida
Por que não pode em mim confiar?
Que mal causei a ti?
Revele-me, eu imploro.
Faça-me sentir a tua dor.
AME:
Minha maldita dor
À tua alma amaldiçoaria
Não quero que esta dor sinta
Não quero.
Fubu:
Seu segredo só será a mim descoberto
Se sua mente eu possuir
Serei capaz de cortar-te
Se não satisfizer meus anseios
Sua última chance chegou
Ou levarei apenas seus segredos
Ou levarei teu rosto comigo.
AME:
Pode ceifar-me com seu alfanje
Mas jamais arrancará os segredos de minha alma
Fubu:
Não serei capaz de levar sua alma
Mas a sentença já foi dada
Dê-me teu rosto
Dêem-me tuas mãos
Pegue esta faca, corte-se.
Sua alma vagará
Sua alma perder-se-á
Em vãos pântanos sangrentos
A morte ei será teu grito
Último suspiro de uma alma egoísta.
AME:
Antes cortai-me
À revelar a ti meus segredos
Pois A Morte Ei
Nunca mostra sua verdadeira face...
Fubu:
Evil, por que não triunfei?
Eu a matei, assim como dissestes.
Mas os segredos eu não possuí
O que farei para poder tê-los?
Bia Evil:
Aprenda infeliz
A morte não ama,
Apenas sofre
Fria como o gelo...
Pois tem medo de infectá-lo com sua suposta maldição
Se o amor é iminente,
Não temas a dor
E lute por sua desgraça
Fubu:
Minha desgraça seria tê-la ao meu lado
Sentir sua frieza...congelar-me
A morte sozinha não é capaz de suportar suas dores.
Faça-me triunfar, assim como triunfou
Bia Evil:
Ama a morte ou apenas deseja-a?
Fubu:
Eu anseio a morte, eu sofro por ela.
Apenas tê-la não me satisfaria.
Bia Evil:
Faço o que posso
Evil ¿ o ódio ¿ conhece bem o amor
Aviso-te para que não sofras:
Há outro que a quer...
Mortal infeliz incapaz de ceifá-la.
Corra com o tempo
Hoje se encontrarão.
Não há grandes possibilidades
Mas mergulhe na maldição,
Enquanto há tempo...
Ela não ama o mortal
Mas um dia pode amar o morto
Fubu:
Outro? Este mortal não agüentará andar sobre os pântanos de sangue até chegar à morte.
Eu não irei jogar como mortal, pois não sou mortal.
Se o pobre mortal acha que isso é um jogo
Faça a morte jogar com o mortal
E se eu não triunfar sofrerei.
Bia Evil:
Não acho que vida e morte podem amar-se
Porém a morte pode cair em desgraça ao sofrer.
Preocupo-me.
Fubu:
Não confias na morte?
Por que te preocupas?
Ou a situação está crítica a ponto da morte cair?
A morte sabe que eu a quero,
Mas não me rejeita.
Se não me quer
Rejeite-me logo!
Bia Evil:
Mortais tem medo da morte
Mas a morte é dominada pelo medo
Medo do amor,
De sua maldição...
Paciência, morto infeliz
Ou esqueça sua desgraça
AME ou deixe...
A Morte está confusa
E precisa descansar.
Se lutar, tens-me ao teu lado.
Se desistir, chamo-te de alma fraca.
Fubu:
O morto escolhe lutar.
A partir de agora
Que comece o jogo.
Olhe com outros olhos
Veja de outro modo
A realidade tem muitas faces
E costumamos ver isso só de uma maneira.
Fubu:
Em você eu procuro outra coisa
Em você eu procuro sentimento
Ele, mais profundo onde está
Ele, adormecido conquistarei.
Nestes tempos eu quero te descobrir
Entender porque não te entendo
Seria apenas felicidade se o véu cair
E seus segredos conduzidos a mim
Tornassem meus segredos
Só por isso queria te entender.
AME:
Você não iria entender
Nem teria compreensão
Você iria sofrer...
Fubu:
Por que não posso descobrir seus segredos?
Por que eles fariam tanto mal a mim?
Já não me importo em sofrer
Já não me importo em saber a verdade
Diga para mim aquilo que guarda
Aceitarei ouvir, aceitarei ler
Essa dor eu posso suportar.
AME:
Esta dor guardada
Não pode ser revelada
Não aceito a ti revelar
Esta minha maldita dor
Fubu:
Dor que em quatro mãos seria menos sentida
Por que não pode em mim confiar?
Que mal causei a ti?
Revele-me, eu imploro.
Faça-me sentir a tua dor.
AME:
Minha maldita dor
À tua alma amaldiçoaria
Não quero que esta dor sinta
Não quero.
Fubu:
Seu segredo só será a mim descoberto
Se sua mente eu possuir
Serei capaz de cortar-te
Se não satisfizer meus anseios
Sua última chance chegou
Ou levarei apenas seus segredos
Ou levarei teu rosto comigo.
AME:
Pode ceifar-me com seu alfanje
Mas jamais arrancará os segredos de minha alma
Fubu:
Não serei capaz de levar sua alma
Mas a sentença já foi dada
Dê-me teu rosto
Dêem-me tuas mãos
Pegue esta faca, corte-se.
Sua alma vagará
Sua alma perder-se-á
Em vãos pântanos sangrentos
A morte ei será teu grito
Último suspiro de uma alma egoísta.
AME:
Antes cortai-me
À revelar a ti meus segredos
Pois A Morte Ei
Nunca mostra sua verdadeira face...
Fubu:
Evil, por que não triunfei?
Eu a matei, assim como dissestes.
Mas os segredos eu não possuí
O que farei para poder tê-los?
Bia Evil:
Aprenda infeliz
A morte não ama,
Apenas sofre
Fria como o gelo...
Pois tem medo de infectá-lo com sua suposta maldição
Se o amor é iminente,
Não temas a dor
E lute por sua desgraça
Fubu:
Minha desgraça seria tê-la ao meu lado
Sentir sua frieza...congelar-me
A morte sozinha não é capaz de suportar suas dores.
Faça-me triunfar, assim como triunfou
Bia Evil:
Ama a morte ou apenas deseja-a?
Fubu:
Eu anseio a morte, eu sofro por ela.
Apenas tê-la não me satisfaria.
Bia Evil:
Faço o que posso
Evil ¿ o ódio ¿ conhece bem o amor
Aviso-te para que não sofras:
Há outro que a quer...
Mortal infeliz incapaz de ceifá-la.
Corra com o tempo
Hoje se encontrarão.
Não há grandes possibilidades
Mas mergulhe na maldição,
Enquanto há tempo...
Ela não ama o mortal
Mas um dia pode amar o morto
Fubu:
Outro? Este mortal não agüentará andar sobre os pântanos de sangue até chegar à morte.
Eu não irei jogar como mortal, pois não sou mortal.
Se o pobre mortal acha que isso é um jogo
Faça a morte jogar com o mortal
E se eu não triunfar sofrerei.
Bia Evil:
Não acho que vida e morte podem amar-se
Porém a morte pode cair em desgraça ao sofrer.
Preocupo-me.
Fubu:
Não confias na morte?
Por que te preocupas?
Ou a situação está crítica a ponto da morte cair?
A morte sabe que eu a quero,
Mas não me rejeita.
Se não me quer
Rejeite-me logo!
Bia Evil:
Mortais tem medo da morte
Mas a morte é dominada pelo medo
Medo do amor,
De sua maldição...
Paciência, morto infeliz
Ou esqueça sua desgraça
AME ou deixe...
A Morte está confusa
E precisa descansar.
Se lutar, tens-me ao teu lado.
Se desistir, chamo-te de alma fraca.
Fubu:
O morto escolhe lutar.
A partir de agora
Que comece o jogo.
Quando a sua fé é discutível
Seitas, religiões, movimentos, comunidades, alianças. Não estou aqui pra discutir isso. Estou aqui pra falar da sua fé, pois alguma coisa deve-se acreditar. Ah, só faltam vir me falar dos ateus, aqueles que dizem não acreditar em nada. Bom, não acreditar em nada é impossível, isso faz parte do ser humano; pode-se até não ter um deus, mas não quer dizer que não tenha fé. Basta um simples " Ai meu Deus" para seu subconsciente vencer seu ego e mostrar a quem você recorre nas horas mais difíceis.
Humanos que acham que são os melhores só pelo simples fato de achar que são únicos que a fé dos outros não importam e não se deve respeitar, se bem que respeito não se dá a qualquer, se consegue através de atos. Atos que ainda fazem com que esta comunidade viva atrasada, pois a arte de mentir faz com que nossos governantes a quem deveríamos ter confiança(fé) nos traiam em benefício próprio. Trata-se obviamente de fé.
Fé nos próprios sonhos. Eu a tinha e foi bom tê-la comigo. Tenham fé em seus sonhos, porque a fé mostra a sua verdadeira vontade e deixa transparente seus desejos, fazedo de você a pessoa certa a alcançar o seu sucesso.
Enfim, apesar de um dia ela te deixar, tenham fé na vida, porque quando ela (vida) acabar vamos nos orgulhar de ter acreditado nela.
Humanos que acham que são os melhores só pelo simples fato de achar que são únicos que a fé dos outros não importam e não se deve respeitar, se bem que respeito não se dá a qualquer, se consegue através de atos. Atos que ainda fazem com que esta comunidade viva atrasada, pois a arte de mentir faz com que nossos governantes a quem deveríamos ter confiança(fé) nos traiam em benefício próprio. Trata-se obviamente de fé.
Fé nos próprios sonhos. Eu a tinha e foi bom tê-la comigo. Tenham fé em seus sonhos, porque a fé mostra a sua verdadeira vontade e deixa transparente seus desejos, fazedo de você a pessoa certa a alcançar o seu sucesso.
Enfim, apesar de um dia ela te deixar, tenham fé na vida, porque quando ela (vida) acabar vamos nos orgulhar de ter acreditado nela.
Eu tenho você não tem
Se eu perguntar pra qualquer mortal que seja ouvirei a mesma resposta positiva. Mas a pergunta é: Você tem personalidade?
Ao fazer essa pergunta alguns já olham como insulto, preferem até desconversar. Há vergonha nesse mundo! Vergonha em assumir as próprias imposições sem sentido que foram obrigados a passar. Sim esta é a palavra: Imposição(e suas variações). As pessoas de forte personalidade saber impor-se a qualquer momento, não são levadas por poucas palavras. E daí? Qual a importância disso? Só porque alguns são mais maleáveis que outros? E aqueles mais rígidos esnobam junto a um mais ¿fraco¿. Ó céus! Onde está escrito que personalidade fraca ou falta de personalidade é um defeito. Defeito é ser rabugento, pensar que sempre está certo e que está acima dos outros. Pobre mortal. Não sabe que seu minúsculo mundo não tem rei? Falando em rei, monarca, governante, presidente enfim. Um bom regente seria aquele com forte personalidade ou já um mais maleável? Vocês não sabem o que querem. Estão sempre mudando de opinião e nem se importam com a dos outros.
Bom quanto à questão da manutenção da personalidade. Quem tem que saiba controlar a sua. Agora quem não tem que use a de alguém.
Especialmente pra Bia Evil.
Ao fazer essa pergunta alguns já olham como insulto, preferem até desconversar. Há vergonha nesse mundo! Vergonha em assumir as próprias imposições sem sentido que foram obrigados a passar. Sim esta é a palavra: Imposição(e suas variações). As pessoas de forte personalidade saber impor-se a qualquer momento, não são levadas por poucas palavras. E daí? Qual a importância disso? Só porque alguns são mais maleáveis que outros? E aqueles mais rígidos esnobam junto a um mais ¿fraco¿. Ó céus! Onde está escrito que personalidade fraca ou falta de personalidade é um defeito. Defeito é ser rabugento, pensar que sempre está certo e que está acima dos outros. Pobre mortal. Não sabe que seu minúsculo mundo não tem rei? Falando em rei, monarca, governante, presidente enfim. Um bom regente seria aquele com forte personalidade ou já um mais maleável? Vocês não sabem o que querem. Estão sempre mudando de opinião e nem se importam com a dos outros.
Bom quanto à questão da manutenção da personalidade. Quem tem que saiba controlar a sua. Agora quem não tem que use a de alguém.
Especialmente pra Bia Evil.
Quando tudo parece estar certo...
Alguns dizem que sim, outros dizem que não, mas a verdade é que tudo não passa de escolhas?
Sim, são as escolhas que diferenciam, ou tentam, o certo do errado, o feio do bonito, o ruim do bom. Conseqüências também definem as escolhas; não vêem que aos olhos dos humanos aquilo que é bom causa conseqüências boas? Há verdade nessas palavras, mas pode haver outra verdade. A verdade que dói, a verdade que abre os olhos, a verdade que mata. É da verdade nua e crua que estou falando.
É muito fácil fazer aquilo que já vem empregado em tradições que nunca têm explicação, mas estão fazendo aquilo. Complicado? Complicado é usar uma roupa porque todos usam, ou ter que emagrecer porque os outros riem de você. O valor que se dá para as pessoas é errôneo, e a sociedade paga muito caro por isso. Linda é a individualidade, debaixo da lei, sem perder o companheirismo. Lindo é ver as idéias sendo expostas de maneiras diferentes, pessoas escolhendo traçados diferentes por acharem aquilo melhor.
Sofram com suas invejas, sofram com seus ciúmes, sofram com suas murmurações.
Eu sofria, parti dessa pra uma melhor.
Sim, são as escolhas que diferenciam, ou tentam, o certo do errado, o feio do bonito, o ruim do bom. Conseqüências também definem as escolhas; não vêem que aos olhos dos humanos aquilo que é bom causa conseqüências boas? Há verdade nessas palavras, mas pode haver outra verdade. A verdade que dói, a verdade que abre os olhos, a verdade que mata. É da verdade nua e crua que estou falando.
É muito fácil fazer aquilo que já vem empregado em tradições que nunca têm explicação, mas estão fazendo aquilo. Complicado? Complicado é usar uma roupa porque todos usam, ou ter que emagrecer porque os outros riem de você. O valor que se dá para as pessoas é errôneo, e a sociedade paga muito caro por isso. Linda é a individualidade, debaixo da lei, sem perder o companheirismo. Lindo é ver as idéias sendo expostas de maneiras diferentes, pessoas escolhendo traçados diferentes por acharem aquilo melhor.
Sofram com suas invejas, sofram com seus ciúmes, sofram com suas murmurações.
Eu sofria, parti dessa pra uma melhor.
Escritos que não fazem sentido
Tudo tem o mesmo sentido. Faça isso senão... Faça aquilo senão... Tudo que fazemos, de correto, é voltado a preservar a vida, preservar a natureza, enfim, tudo aquilo que está ao nosso redor. Nós fomos, ou somos, educados para isso: perpetuar a espécie. Agora você acha que quando vai a uma festa, sai com os amigos, vai farrear, estaria cumprindo isso? Qual o sentido de fazer isto? Sentir-se melhor? Sentir-se mais despreocupado com os grandes afazeres? Ou por puro instinto? Ouço dizer entre os vivos que quem tem muita coragem vive do instinto, faz as coisas sem pensar, vive a adrenalina. Uma vida como esta estaria fazendo bem ou mal a si mesmo?
Será que esse tal instinto não é o mesmo responsável pela perpetuação da sua espécie? Afinal isso é bom ou ruim para a humanidade? Não posso responder, já não faço mais parte dela.
Será que esse tal instinto não é o mesmo responsável pela perpetuação da sua espécie? Afinal isso é bom ou ruim para a humanidade? Não posso responder, já não faço mais parte dela.
Troca de Mentes
Você tomou meus pesadelos e sofreu por mim
Aonde encrevemos o futuro o presente não apagará
Estas mãos, marcadas pelo medo, são fracas
Este ódio, destinado aos outros, te corrói
Teu corpo desfaleceu ao peso da mente
A nossa troca foi em vão
Minhas idéias eram muitas pra você
Minha consciência te destruiu
Agora tu sofres ao levantar
Gritas ao acordar
Eu não me importo com você
A escolha foi tua
Minha mente é perigosa, obscura
Mas a tua curiosidade foi além
Foi capaz de te derrotar
Aonde escrevemos o futuro o presente não apagará
Foi escrito:
Tu morrerás
Fubu
Aonde encrevemos o futuro o presente não apagará
Estas mãos, marcadas pelo medo, são fracas
Este ódio, destinado aos outros, te corrói
Teu corpo desfaleceu ao peso da mente
A nossa troca foi em vão
Minhas idéias eram muitas pra você
Minha consciência te destruiu
Agora tu sofres ao levantar
Gritas ao acordar
Eu não me importo com você
A escolha foi tua
Minha mente é perigosa, obscura
Mas a tua curiosidade foi além
Foi capaz de te derrotar
Aonde escrevemos o futuro o presente não apagará
Foi escrito:
Tu morrerás
Fubu
MIRROR
Aprisionada dentro de um espelho
Grito, ninguém ouve
Meu choro ninguém vê
Meu desespero é tua alma
Meu reflexo, você...
Admiro-te olhando-se
Sem saber que é observado
Mal sabe, ingenuamente,
Que em cada espelho há um aprisionado.
Cada pedaço quebrado
É uma estrela que morre
Cada espelho despedaçado
Por Oluparun desalmado
É uma alma que escorre
Da eternidade maldita.
Bia Evil
Grito, ninguém ouve
Meu choro ninguém vê
Meu desespero é tua alma
Meu reflexo, você...
Admiro-te olhando-se
Sem saber que é observado
Mal sabe, ingenuamente,
Que em cada espelho há um aprisionado.
Cada pedaço quebrado
É uma estrela que morre
Cada espelho despedaçado
Por Oluparun desalmado
É uma alma que escorre
Da eternidade maldita.
Bia Evil
Crueldade e Sedução
Entre expressões frias e animais ferozes
Encontrei um pequeno mundo
Pra me livras dos problemas
Entre amores que no peito contém
Me perdi na ilusão das palavras
E se antes eu chorava
Agora me afogo nos mares de sangue
Crueldade e Sedução
Amor proibido
Amores que proíbem
O tempo se passa e as luzes se vão...
Elas se vão
E não podem voltar
Sedução e dias iguais
Cavaleiros das trevas lutam na luz
Pelo amor dos olhos proibidos...
Que mata sem dor
Da paixão que não arde
O tempo se passa e as luzes se vão
Crueldade e tempo perdido
Amores contidos
Que passam e nos deixam na mão
Aqueles que amam
E não deixam de arder
Pelo fogo que queima
E não se consome...
Crueldade e Sedução
Dias iguais e Tempo perdido
O tempo se passa e as luzes se vão
Cavaleiros das trevas lutam
Pela dor do olhos proibidos...
Autora: Katrine
Encontrei um pequeno mundo
Pra me livras dos problemas
Entre amores que no peito contém
Me perdi na ilusão das palavras
E se antes eu chorava
Agora me afogo nos mares de sangue
Crueldade e Sedução
Amor proibido
Amores que proíbem
O tempo se passa e as luzes se vão...
Elas se vão
E não podem voltar
Sedução e dias iguais
Cavaleiros das trevas lutam na luz
Pelo amor dos olhos proibidos...
Que mata sem dor
Da paixão que não arde
O tempo se passa e as luzes se vão
Crueldade e tempo perdido
Amores contidos
Que passam e nos deixam na mão
Aqueles que amam
E não deixam de arder
Pelo fogo que queima
E não se consome...
Crueldade e Sedução
Dias iguais e Tempo perdido
O tempo se passa e as luzes se vão
Cavaleiros das trevas lutam
Pela dor do olhos proibidos...
Autora: Katrine
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Vida de Morto
Vida de morto não é tão fácil assim
Sair procurando alguém que acredite em ti
Andando nas ruas sem saber a direção a seguir
Dessa vida eu quero sair
Correndo pra sempre sem ter emoção
Perdeu-se tudo e agora está na escuridão
Devolva-me a vida
Devolva-me a minha obsessão
Aceite esta petição
Vida de morto, me tire desse poço ou então
Levarei todos comigo para a solidão
Pensando na vida e tudo que perdi
Trás-me lembranças, sonhos daquilo que cometi
Sou como uma sombra que segue as pessoas sem discernir
Os caminhos a prosseguir
Correndo pra sempre sem te emoção
Perdeu-se tudo e agora está na escuridão
Fubu
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