sábado, 23 de junho de 2007

Inundo vale seco

O vento
Os sóis de trás
O seco
Do vale mais
Profundo
Distante do meu estar
Inundo
Com lágrimas dos meus pais

Sossego
Não tenho mais
Com medo
Do meu sagaz
Instinto
Querendo correr a mim
Mostrando
Os erros do meu afim

Eu sei que meu sentir
Não vale mais
Que o meu agir

Eu sei que meu falar
Não vale mais
Que o meu andar

Vale mundo
Vale surdo
Vale cego
Sem compaixão.

Fubu

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