sábado, 23 de junho de 2007

Promessas

Nossos dias,
Noites frias,
Não há versos que suportem nosso caminhar
Lua nova
Imita a vida
Em cada passo que a noite não adivinhar
Os desejos,
Não os deixo
Em papéis rasgados que o vento vai levar

Nossos medos estão trancados em caixas de promessas e não revelados
Nossas mentes invertidas tão distantes da mentira do pecado

Não é mais o bem
Está muito aquém
Do siléncio esperado.
Outro dia vem
Eu me lembro bem
Do espelho já quebrado.

A noite vinha
A agonia
De não ter ninguém para contar

Quero ouvir
Quero pensar em você.
Quero gostar
Quero te conhecer.

Fubu

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