Sou fadada à solidão
Guardada dentro de minha alma
Permanece me consumindo
Me enfraquecendo, me matando
Vivo por minhas lembranças e
por um futuro que não hei de conhecer
Por uma vida que não terei
Luto contra meu destino
Sábio e cruel inimigo
Extremamente só
Peço um ínterim na história
Para apagar minha ignóbil existência
Que não me acrescentou nada
É como o vento
Sabe-se que esteve lá,
Mas ninguém lhe deu atenção.
Não é a vida que é injusta,
São as pessoas que são egoístas
E não percebem a decadência do próximo
Amanda C.
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