sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A Estrada

Por fim
Por mais que eu tente dizer
Novamente as palavras são em vão
E jogadas feito cinzas no caixão
Que algumas pessoas lembrarão
Em momentos de choro ou razão.

Posso te dizer adeus
Mas lá na vida tudo corre com paixão
E você pensa que não é bem assim.

Posso te falar de amores
De outras pessoas
De falsas dores
Ou mesmo de qualquer besteira
Só pra te fazer rir

Eu não conheço o ladrão da minha alma
Se vem com flechas ou que atire
Tanto faz, não vou viver pra sempre...
Não vou viver eternamente.

Quando se perder não é rotina
Eu volto e faço um caminho diferente
Só pra tentar enxergar um pouco mais
Do início da estrada.